Video-Menus e Painéis Digitais

DOOH (Digital Out Of Home), Digital Signage, painéis digitais – várias possibilidades de comunicação criativa usando um espaço reduzido. Aproveite para desligar a TV do seu estabelecimento e conectar seus clientes nas suas ofertas e atualizá-lo com informações sobre serviços e produtos que eventualmente ele nem sabe que você oferece. O exemplo do vídeo é um demo de video menu para bares e restaurantes. Mas as possibilidades vão muito além, para qualquer ramo de atividade.

Design Gráfico

Design gráfico eu faço com paixão. Vem da infância, do menino fascinado com as revistas, os comerciais de TV, os outdoors. Gosto do design clássico, do começo e meados do século passado ,e da forma como ele se mescla com os estilos mais modernos.

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Portal Clube Caiubi

Um portal é hoje o canal mais completo de informação e conexão entre serviços e clientes. Comparando com a velha mídia, um portal é o equivalente a um complexo de comunicação: vídeo, audio, texto e imagens como uma convergência das velhas TVs, rádios, jornais e revistas, tudo centrado no que de mais importante você tem para oferecer, sejam produtos, sejam ideias.

Amores Absurdos

Livro multimídia de Celso Viéfora, desenvolvido como aplicativo híbrido para celulares e tablets. As páginas se adaptam ao tamanho do dispositivo e botões colocados junto ao texto acionam o player de áudio, que toca a canção contextualizada na história.

Por amor à arte e à tecnologia

Lembro bem dos bons tempos da pré-adolescência,, andando de monareta pelos subúrbios da Grande Porto Alegre, discutindo os rumos futuros com a gurizada da rua. Cursar superior nunca esteve no escopo das ambições juvenis suburbanas e as possibilidades sérias de profissionalização se resumiam a cursos técnicos: SENAI ou quem sabe programação de computadores (COBOL ou BASIC? – perguntaria qualquer um ao saber do seu interesse pelo mundo dos bits e bytes, que anos antes dos PCs e smartphones, remetiam a imaginação do interlocutor aos filmes de ficção científica com suas máquinas cheias de luzes piscantes e operadores de jaleco branco).

E eu acabei fazendo uma coisa depois a outra. Se por um lado minha experiência na indústria foi efêmera e esquecível (algo tipo “conversando sobre poesia com o tio da ferramentaria”), acabei encontrando redenção nas doces linhas de código do COBOL, Clipper e mais tarde PERL, JavaScript e PHP, e experimentei na prática o conceito de Flow, nome dado pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi para a felicidade ocupacional, onde o desafio e a habilidade se complementam como numa doce dança cognitiva. Depois de uma ascensão profissional meteórica nos anos 90, eu acabei quebrando o processo na virada do século, quando passei a repartir fortemente o interesse pela tecnologia com o amor e a prática da música autoral e da produção musical. Vieram anos felizes junto com o genial Zé Rodrix e seus fiéis seguidores na “igreja” do Clube Caiubi, movimento artístico que movimentou as noites da zona oeste paulistana  em meados anos zero.  E a carreira de programador seguiu pelas redações da Editora Abril, com a criação de produtos para banca e internet, em Flash e outras tecnologias web e depois em agências, criando sites, ligando vários pontos em um único, com mashups e APIs.

E foi ali onde as duas coisas se encontraram, ou apenas se mostraram, porque arte e tecnologia, como todos os outros domínios da vida são apenas lados de um mesmo todo. Este texto é, então, uma declaração de amor à tecnologia onde ela se transmuta em arte e pode trazer um sorriso, um insight, um sentimento ao humano do outro lado da tela. Para que vida permeie mesmo a mais dura burocracia, o mais chato protocolo.

No limiar da terceira década do novo século, onde já não pairam dúvidas sobre a influência das máquinas em nossa vida, que o olhar humano permeie essa influência. Se a inteligência artificial vai ser primeiramente empoderada pela inteligência humana, que seja principalmente do que de melhor ela tenha produzido – porque ao longo dos séculos muita coisa ruim também veio dessa inteligência.

E que as interfaces sejam suaves e leves. Para que não hajam mal-entendidos, já que esses robôs são muito cabeça-duras.

Paz,

Ricardo Soares